Os 10 mais colecionáveis tipos de lâminas

Informações reproduzidas com AUTORIZAÇÃO ESPECIAL da Knife Company, constantes dos catálogos No. 1 e No. 2

    
Observação Importante: a ordem apresentada é POR NÚMERO DE COLECIONADORES DE CADA TIPO EM TODO O MUNDO. As informações são de Laércio Gazinhato com base em mais de 23 anos de observação do que ocorre no colecionismo nacional e internacional de lâminas, neste último caso pelo contato com colecionadores estrangeiros e por amostragem de assuntos abordados em edições dos últimos 10 anos das revistas norte-americanas “Blade” e “Knives Illustrated” e da francesa “Gazette des Couteaux”. FAÇA DESTA LISTA UM SÉRIO GUIA ECONÔMICO DE INVESTIMENTO PARA SUA(S) PREFERÊNCIA(S) PESSOAL (AIS).

  1. Facas e Canivetes “custom” com apresentações modernas e bons materiais
    Observe que uma faca executada a mão por um artesão especializado, além de ter maior qualidade geral, em muitos casos também insere-se na categoria de objeto de arte e, assim, tem duplo motivo para valorizar-se. Criações de bons e famosos artesãos são sempre investimento certo, com valorização mínima de 10 a 20% ao ano.
  2. Canivetes comerciais antigos até o período de 1960
    Principalmente os de marcas famosas. Até a década de 60, era muito grande a carga de trabalho artesanal nos canivetes, mesmo aqueles industriais. Nos EUA, os preços atingidos atualmente por antigos Case, Remington, Winchester, Joseph Rodgers, George Wostenholm, etc. são quase inacreditáveis.

  3. Facas, baionetas e espadas militares originais
    Talvez por evocarem situações de bravura e o mundo moderno há muito não ter um conflito de grandes proporções, nos últimos 5 anos o colecionismo desse tipo de cutelaria tem tido grande crescimento e consequente valorização de cerca de 20% ao ano para exemplares em bom estado, até mesmo os da recente Guerra do Vietnã.

  4. Facas utilitárias comerciais das décadas de 1920 a 1960
    Neste caso ocorre o mesmo que o mencionado no item 2, haja vista o sucesso do relançamento das facas da marca norte-americana Marbles.

  5. Facas da marca norte-americana Randall
    Desnecessário explicações: basta ter uma em mãos para saber porque. Nos últimos 10 anos, facas dessa marca praticamente dobraram de preço nos EUA

  6. Facas “custom” no estilo “Frontier Look”
    Certamente por reproduzirem a aura romântica e aventureira dos duros tempos de conquista das fronteiras norte-americanas no século passado, o que o cinema e os livros glorificaram ao máximo. Até nos EUA, criações dos (já famosos) precursores do modismo, como o Dr. James Batson, Daniel Winkler e outros, tem valorizado cerca de 30% ao ano.

  7. Facas Bowie européias e norte-americanas do século passado e começo deste
    Neste caso, além de sua maior qualidade geral, pois quase todas as de marcas famosas eram executadas ou supervisionadas por mestres-artesãos, elas se inserem na categoria de antiguidades/ objetos de arte, igualmente tendo duplo motivo para valorizar-se. Nos EUA, depois das facas “custom” modernas, este tem sido o tipo de colecionismo de lâminas que mais cresceu nos últimos 5 anos, onde marcas famosas como Joseph Rodgers e George Wostenhom valorizaram mais de 500%!

  8. Espadas, adagas e punhais medievais
    Neste caso aplica-se o mesmo que o mencionado no item 7, com especial ênfase para a qualidade geral de manufatura e uso de materiais nobres, não importando se sejam assinadas ou não. A valorização deste tipo é de cerca de 25% ao ano nos EUA e Europa

  9. Facas “étnicas”antigas
    Especialmente as de origem oriental, como “kris”, “kindjal”, “jambias” e balcânicas de maneira geral, principalmente quando bem decoradas. Apresentam pequena mas constante valorização anual (cerca de 10%)

  10. Espadas japonesas antigas
    Com destaque para aquelas produzidas antes de 1850, atualmente havendo grande procura (e consequente maior valorização) dos tantôs, certamente devido a sua portabilidade. As originais em bom estado são caríssimas e especialmente raras no Brasil. É um tipo de coleção que tem público muito específico. Devido aos preços caríssimos das originais, nos últimos anos floresceu nos EUA maior número de artesãos “custom” que dedicam-se a confecção de lâminas desse tipo.

 

(Art&Graphics: Francis & Prica)